Curso de Tornearia - Gratuito - Cap. 2 aula 1

Aulas ministradas por HORAMOLLO e CLAU_FRA, traduzidas por ADENILSON
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Adenilson
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Curso de Tornearia - Gratuito - Cap. 2 aula 1

Mensagempor Adenilson » 06 Ago 2012 08:12

Capítulo II

Como já havia antecipado, teremos sempre que começar de um esboço e com base nele criar o diagrama em papel quadriculado, neste caso é possível fazer o diagrama no tamanho real, pois as medidas deste trabalho nos permite isso.

A imagem nº 35 mostra o esboço de um vaso ou tigela que criei para esta aula.

A imagem nº 36 mostra o diagrama que eu fiz de um esboço no papel quadriculado de 0,5 cm. x 0,5 cm., em tamanho real

Anexo:
figura 35 : esboço
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figura 36 : Diagrama
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Primeiro passo para o torneamento do primeiro segmento base da obra.

Esta obra, por estar destinada a um fim didático não foi constituída com muitos ornamentos complexos, mas como disse recentemente o nosso amigo, há beleza, também, nas obras minimalistas.

O Primeiro passo, que é a base, não oferece maiores dificuldades, é necessário fixar na flange, ou placa um disco intermediário de madeira macia, pode ser álamo ou pinus descartáveis, de 8 a 10 cms (1 ½” a 2”). É necessário que seja desta espessura para poder separa-lo facilmente no termino da obra sem ser atrapalhada pelos parafusos. O disco intermediário, ou de sacrifício deve ser faceado, nele colado a base da tigela e a torneiem. É necessário que seja de madeira clara, como pinho do Paraná, araucária, guatambu etc.

É muito importante que copiem o esquema em tamanho real, e o tenha sempre a vista.
Como já foi mencionado, para os anéis de 8 segmentos o coeficiente é 0,41421, basta então multiplicar o diâmetro do anel que necessitamos pelo coeficiente para colocar um bloco de parada nesta medida e cortar os 8 segmentos iguais para comporem o anel. Isto será demonstrado claramente pelo Claudio a seguir.
Postaremos a seguir a tabela completa de coeficientes.

Muito bem amigos, daqui para frente começa a parte pratica do curso.
FERRAMENTAS E ACESSÓRIOS:
• Torno (óbvio), que permita tornear peças de 26 ou 27cm. de circunferência. De qualquer marca, já que a madeira vai para o torno praticamente balanceada e muito leve, e o torneamento é feito com leves passes sem grande exigência.
• Ferramentas de corte: Basta uma goiva de desbaste e um formão, sempre muito bem afiados.
• Flange com parafusos de aproximadamente 10 cm. É conveniente que se disponha de vários flanges, pois assim não é necessário estar tirando e colocando a peça em construção. Desta forma a flange seguirá parafusada à obra desde o principio até o fim.
• Mesa de Lixa para o torno. Podemos vê-la na foto e é muito simples de construí-la. A base tem que ficar na mesma altura ou alguns milímetros abaixo do eixo central do torno, bem próximo e em perfeito esquadro com o disco de lixa.
• Disco de Lixa. É feito como maior diâmetro possível que a folha de lixa permitir (usando uma lixa de grão 40 ou 50)e tem que estar faceado com o torno, isto é possível de ser verificado com uma régua. O disco e a mesa são necessários para retificar os segmentos.
• Caixa de esquadria e serrote de costas. Não é nada mais necessário que estas ferramentas para cortar os segmentos. Mesmo que possua uma serra circular de bancada ou uma serra de meia esquadria é muito útil dispor desta simples ferramenta.
• Régua e esquadro
• Um martelo pequeno e uma turquesa ou alicate de corte
• Alfinetes de aço
• Várias fitas de borracha (como as de câmara de ar de carros ou motos, ou ainda borracha de garrote de uso em enfermaria), em diferentes tamanhos e largura, para pressionar os segmentos, os semi-aneis e os anéis.
• Um ou dois sargentos (grampos) de no mínimo 12 cm de abertura, para pressionar a peça em construção. Na falta deles é possível fazer uma prensa com tábuas e barras roscadas.
• Um ou dois pedaços de MDF ou aglomerado, bem planos, de 30x30 cm. Que deve ser forrado com uma lamina de polietileno (como os plásticos de sacola de supermercado) ou qualquer outro material antiaderente. São usados como base para, sobre eles, montar os pares de segmentos, os semi-aneis e os anéis.
• Calculadora para fazer as contas do tamanho dos segmentos
• Ter próximo o esquema do projeto em tamanho real.

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Materiais:
• Um pedaço de madeira de 12x12x4 cm (aproximadamente) de qualquer madeira descartável, para o disco intermediário ou de sacrifício.
• Um pedaço de madeira quadrado de madeira clara de aproximadamente 2,5 cms (1”) de espessura e 20x20 de comprimento e largura, é possível colar duas peças para chegar a esta medida. Esta será a base do trabalho.
• Quatro ou cinco pequenas tabuas de madeira escura de 50 cm de comprimento por 5 ou 6 cm de espessura e 3 a 5 cm de largura.
• Cola branca de marcenaria (cascorex extra, por exemplo)
• Lixa de grãos 80, 120, 180, 240, 320, 400 para o processo de lixamento progressivo.
• Seladora e produtos de acabamento de acordo com a preferencia de cada um.

Quanto ao tipo e a qualidade da madeira qualificada para os projetos de segmentos podemos dizer que qualquer uma serve desde que esteja totalmente seca e estabilizada, pois assim teremos certeza que não vai haver mudança de tamanho da mesma no decorrer do tempo (a madeira encolhe no processo de secagem, ou estabilização pela perda de água). Pedaços de antigos móveis já descartados são peças ideais.
Diferentemente do torneado de blocos de madeira ou troncos, no segmentado é apropriado usar as madeiras macias, semi-macias e leves, por serem mais fáceis de cortar e retificar os segmentos, e são fáceis de serem torneadas, inclusive as difíceis coníferas (como o pinus do Paraná do exemplo que estou seguindo), porque sempre estamos trabalhando sobre os veios, como vocês verão. Também diferente do torneado de “sólidos”. É melhor recusar partes com os nós, pois assim evitaremos muitas complicações.
orta-se o pedaço de madeira de sacrifício de aproximadamente 12x12x4 cm (eu colei 2 tábuas), e com a serra deixamos ela próximo de um circulo. Esta é fixada na flange com 5 ou 6 parafusos de um comprimento que não ultrapasse ¾ da espessura da madeira. Este círculo é retificado no torno e faceado perfeitamente, o que é aferido por uma régua.

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Este é o primeiro segmento da obra, a base.Colamos o disco intermediário (de sacrifício) ao primeiro segmento, de madeira clara (Pinus do Paraná, no meu caso) com 19 ou 20 cm de diâmetro e 5 cm (2”), ou um pouco menos, de espessura, arredondado na serra e prensamos. Foi utilizado cola branca, e temos que deixar secar por 24 horas no mínimo.

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Uma vez seca a união é levada ao torno e começamos o trabalho de torneamento, com o esquema da peça em tamanho real sempre próximo, para ir verificando as medidas sem exceder o desbaste, assim começamos a dar forma, sem chegar, ainda, às medidas definitivas. Vejam que comecei a arredondar o contorno bem como a escavar o interior.

Neste passo é muito importante que a frente do segmento base fique perfeitamente plana, pois nele será colado o primeiro anel. Isto é aferido por uma régua, da mesma forma que foi feito com o disco intermediário.

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As únicas ferramentas que usei para o torneamento total desta tigela são as duas que podem ver na foto acima. Goiva e formão oval.

Professor Horramollo: como sempre, se esqueci de alguma coisa, fique a vontade para esclarecer o que for necessário.

Aos alunos (amigos) que estão seguindo ocurso, aproveitem para perguntarem tudo o que desejarem, e encarem sem medo este projeto que sem dúvida será um êxito.

SEGUNDO PASSO: FORMAÇÃO DO PRIMEIRO ANEL.

Para o segundo passo que é o anel de tabuinhas escuras lhes será necessário um pedaço de MDF de aproximadamente 40x40 cm (para ter uma superfície plana, onde irão ajustar e armar os anéis), cola, uns alfinetes (para serem usados como pregos bem fininhos) e um pedaço de polietileno grosso, (do tipo de sacolas de supermercado) porque o polietileno não gruda a cola branca, este polietileno será usado para encapar o pedaço de MDF isolando-o do anel.

Se for complicado conseguir as tabuinhas é possível fazê-las de um pedaço de cedro de 2,5 cm (1”) com um serrote de costas, e um graminho.

Os alfinetes variam entre 0,45 e 0,80 mm de diâmetro, apesar de não ser tão importante pois mesmo os de 0,80 mm não racham as tabuinhas, mas é necessário que sejam temperadas pois as que não são entortam com muita facilidade. É possível cortalas ao meio e usar as duas emtades como pregos bem fininhos. Os que ficam sem ponta são melhores inclusive. /tenham muito cuidado com os olhos ao cortar os alfinetes. Eu normalmente as prego primeiro e depois corto a metade que ficou para fora prendendo-a para não “voar”.

Faremos o primeiro anel de 8 segmentos e de 0,5 cm de espessura. Para saber o diâmetro preste atenção no diagrama, como estão curvados temos que estimar o diâmetro maior que é de 19,5 cm, somamos 2 cm de tolerância e vamos fazer com 21,5 cm.
Consultem a tabela de coeficientes para 8 segmentos e verás que é 0,41421, com o diâmetro do anel que necessitamos é de 21,5 cm multiplicamos por 0, 41421, o que nos dará um total de 8,9 cm. Colocamos um tope a 8,9 cm para a base maior do trapézio (triangulo isósceles) do segmento e cortamos as 8 peças das tabuinhas.

Uma vez cortados os 8 segmentos, colocamos sobre o MDF revestido com o polietileno de maneira que formem 2 semi-anéis de 4 segmentos, lembrando que a face melhor deve ficar para baixo, numeramos os semi-anéis de 1 a 4 e de 5-8

Cada semi-anel vai ter dois extremos, por exemplo, para o semi-anel numerado de 1-4 um extremo pertence ao 1 e o outro ao 4, estas fazes não necessitam ser retificadas, sendo necessário retificar somente as que estiverem em contato. Para retificar os segmentos é necessário apoiar sempre na mesma face. Prestem atenção, pois é tão somente uma passadinha conferindo com uma régua para ver se os segmentos estão abrindo ou fechando demais o semi-anel, de acordo com a necessidade (comendo mais a parte externa para fechar ou a interna para abrir). Não é necessário nenhuma guia, basta ir conferindo o alinhamento.
É claro que devemos evitar o arredondamento da linha de união. A numeração dos segmentos deve estar sempre visível, é claro.

Estes passos é o método usado para qualquer anel, por isso temos que ir devagar e compreendendo bem o processo para aprendermos de forma segura.

Colando os semi-anéis:
Encapem o pedaço de MDF, observando que não tenha nada colado, e que esteja bem plano. Calcule como vai ficar os semi-anéis para não acabarem fora do MDF. Pregue um alfinete em um segmento ainda sem cola, por exemplo, o numero 4, observando que transpasse o segmento e pregue uns poucos milímetros no MDF, o suficiente para que fique firme. Uma vez fixado o numero 4 então passamos cola no número 3 (uma quantidade suficiente, que não seja pouca cola), e o situem no local adequado, friccionando para que a cola seja transmitida ao numero 4. Pressione um contra o outro e o fixe com um alfinete, repetindo o processo até formar os 2 semi-anéis. Lembrando que os alfinetes dessem ficar um tanto exposto acima do segmento, permitindo posteriormente serem retirados com o auxilio de uma turquesa ou alicate de corte frontal. Os alfinetes vão manter pressionados os segmentos um contra o outro e contra o MDF.

Retificar os extremos é muito simples se o disco da lixadeira tiver um diâmetro suficiente para “pegar” as duas pontas do mesmo. Apoiam o semi-anel na mesa com os números voltados para cima e com cuidado aproximam as duas pontas do disco de lixa. Temos que tomar cuidado porque a força do disco de lixa tende a jogar o semi-anel para cima, e como são relativamente finos é perigoso que se quebrem.

É possível também retificar os semi-anéis de forma manual. Colocamos uma folha de lixa grão 40 sobre uma superfície plana e esfregamos o semi-anel sobre esta folha de lixa mantendo-a na vertical.

Uma vez retificado o semi-anel, pregamo-lo no pedaço de MDF, usando os mesmos buracos dos alfinetes anteriores, passamos cola no outro semi-anel, friccionamos os dois de maneira que transmitam cola um para o outro e pregamos os dois, usando uns 3 alfinetes, aplicando-lhes uma pressão moderada, esperando 24 horas para a secagem da cola.

Tendo passado as 24 horas para a secagem, despregamos o anel e giramos ele, ficando agora a parte melhor para cima e a retificamos como foi explicado; é conveniente colocar uma fina camada de EVA entre o MDF e o polietileno.
Agora temos que colar o anel e a base: Passamos cola nas extremidades (bordas) da base e a colocamos sobre o anel e a centralizamos (de forma intuitiva) mantendo uma certa pressão, porem evitando o deslocamento lateral, observando que se acontecer o deslocamento é necessário corrigi-lo manualmente, e assim irmos aumentando a pressão de forma progressiva até percebermos que é impossível que haja movimento lateral entre as duas peças. Com a experiência vamos chegando a medida exata de cola que será usada facilitando assim o trabalho e evitando os deslocamentos laterais. Lembrando que o uso da quantidade correta de cola diminui o tempo necessário de colagem. Por fim, lembrar que a pressão final deve ser moderada.

Na primeira foto vemos os semi-aneis com os seus segmentos colados entre si e pregados no MDF. Uma vez seca a colagem dos segmentos e dos semi-aneis, retifiquei os extremos de ambos de acordo com as instruções anteriores, sempre aferindo com uma régua e unindo-as entre si.

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24 horas depois centralizei a olho e colei a coroa de cedro sobre a base e lhe pessionei moderadamente com um grampo (sargento)

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O primeiro anel já faz parte da peça em construção e esta torneado. É muito importante ir faceando cada anel que for agregado a peça, deixando-o pronto pra receber o próximo.

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TERCEIRO PASSO: FORMAÇÃO DO SEGUNDO ANEL.

Para a segunda coroa consultem o diagrama para saber o diâmetro que necessitam, o coeficiente é o mesmo (0,41421) por que todas as coroas são de 8 segmentos, portanto terão que fazer a mesma conta, multiplicar o coeficiente (0,41421) pelo diâmetro, para colocar o tope e cortar os 8 segmentos iguais.

Sendo guiado pelo diagrama, cortei de um sarrafo de Pinus do Paraná de 2,5 cm (1”) de espessura e 5 cms de largura (2”), oito segmentos. Este anel deve ter um diâmetro de 23,5 cm, de acordo com a tabela de coeficientes seria 23,5x0,41421 o que nos daria 9,73 cm por segmento. Com alguns milímetros de tolerância chegamos a 10 cms. O cálculo para todos os segmentos da peça em confecção é feito sempre da mesma forma, seguindo as medidas do esquema de tamanho real.

Em seguida usando o disco de lixa do torno, faceei perfeitamente os segmentos que vão colados a peça em construção, que chamarei de “boa face”. Numerei os segmentos e os agrupei por pares, verificando que as faces de união façam contato pleno e que cada par fique no melhor esquadro possível (ver a foto), para isso voltei a usar o disco de lixa retificando as faces de união de acordo com a necessidade.

Coloquem os 8 segmentos sobre a mesa com a face melhor para baixo, visualizando o que será o anel e os numere na face superior, separe por pares, 1-2, 3-4, 5-6, 7-8, retificando as faces que se defrontam, aferindo com um esquadro (atenção, é tão somente uma passadinha de lixa). Colem os pares sujeitando-os firmemente com fitas de câmara de ar de carro ou moto.
(obs.: os segmentos que mostro são os desta obra).

Anexo:
Comentário: Numeração e colagem dos pares de segmentos. Cola Branca de acordo a necessidade e prensa com tiras de câmara de ar para se manterem na posição.
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24 horas depois colei as partes formando o que seria o segundo anel da obra em andamento.

Estando secos os pares temos que colar os dois semi-anéis prensando-os com fitas de câmara de ar, envolvendo a face perimetral do octógono e separando os semi-anéis com cilindros de pouco diâmetro (podem ser tarugos finos, por exemplo); é claro que devem ser previamente retificados só as faces que tem que ser unidas, controlando este faceamento com uma régua.

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Passadas as outras 24 oras de colagem, prosseguimos com a colagem dos semi-aneis. Prosseguimos como foi feito no primeiro anel, retificando as duas faces, passamos cola e unimos com tiras de câmara de borracha, assim formamos o segundo anel.

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Mais 24 horas de colagem, vamos colar o segundo anel a obra em andamento. Retificamos a face boa com o taco de lixa, como foi explicado anteriormente. Retificando o primeiro anel a uma espessura de 4 mm.

Finalmente colei o anel de Pinus à obra e prensei por mais 24 horas.
Já torneada este segundo anel da peça ficou assim:
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O interior e exterior de cada anel fui deixando um pouco sobredimencionado para ir levando-o aos pouco à medida definitiva do diagrama e poder seguir as curvaturas com mais facilidade. Mas é importante que cada anel que seja torneado fique com sua “face boa” perfeitamente plana, verificando sempre com a régua, para que fique bem justo ao colar o seguinte anel.
Desde baixo (a flange com os parafusos) para cima, podemos observar:
1. O disco intermediário (ou de sacrifício), que não vai formar parte da peça.
2. A Base da tigela, de Pinho do Paraná, que falta, todavia chegar às medidas e proporções do esboço.
3. O primeiro anel com 8 segmentos de cedro.
4. O segundo anel com 8 segmentos de Pinho do Paraná.

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Re: Curso de Tornearia - Gratuito - Cap. 2 aula 1

Mensagempor Lauro » 07 Ago 2012 11:35

Interessantíssimo esse capítulo do curso. Obrigado e abraços!
Lauro.
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Re: Curso de Tornearia - Gratuito - Cap. 2 aula 1

Mensagempor clau_fra » 07 Ago 2012 12:09

Lauro:
Anímate com a tiguela, que é muito fácil!
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Re: Curso de Tornearia - Gratuito - Cap. 2 aula 1

Mensagempor Adenilson » 07 Ago 2012 23:18

Claudio, quando chegar meu torno eu vou tentar....
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Re: Curso de Tornearia - Gratuito - Cap. 2 aula 1

Mensagempor Lauro » 08 Ago 2012 12:28

Claudio, é animador mesmo esse curso. Vamos ver se consigo fazer algo nesse sentido em breve. Abraços!
Lauro.

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